
Este espaço foi criado pela força da palavra. Por aqueles que, tantas vezes, vieram até mim buscando saber mais sobre o que havia transformado a minha vida. Eis que trago aqui, como uma forma de reconhecimento e de plantio, o bem da palavra que reconduziu o meu caminho ao coração de Deus, de maneira tão concreta e inesperada.
sábado, 23 de maio de 2009
Uma palavra para lhe fazer bem...

"Ah as definições....

sexta-feira, 22 de maio de 2009
Tenha pressa de ser feliz!

A tempos me pergunto porque para alguns é tão difícil ser transparente. Costumamos crer que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas, ao meu ver, é muito mais do que isso. É ter coragem de se expôr, ser frágil, chorar, falar, desnudar a alma, deixar cair máscaras, baixar armas, destruir muros que insistimos tanto em levantar. Permitir que toda nossa doçura e emoções aflorem sem receios de parecermos ridículos. Infelizmente quase sempre a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Desejo que deixemos explodir toda a nossa doçura e emoção. Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não parecermos tão invencíveis, que possamos apenas... VIVER, SENTIR E AMAR Vencer... Talvez,Lutar.... Sempre,Desistir... Jamais!!! "Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam…Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuroque nos espera pode não ser tão alegre…Que eu não perca a VONTADE DE VIVER,mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa… Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas…Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, Mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda… Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia… Que eu não perca A VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim…Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisasque verei no mundo escurecerão os meus olhos…Que eu não perca a GARRA,mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos… Que eu não perca a RAZÃO,mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas… Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu… Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia os meus braços estarão fracos… Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VIVER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhose escorrerão por minha alma… Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigirá esforços incríveis para manter a sua harmonia… Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado… Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno… E acima de tudo…Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada umé capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois… A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHO E CONCRETIZADA NO AMOR!"
Chico Xavier
Padre Fábio de Melo soltou o verbo no sofá de Jô
...Criticou a postura da Igreja: "Me incomoda muito esse discurso religioso duro, que esquece a simbologia e a beleza dela. Religião não é garantia de nada e a própria igreja precisa compreender isso. Com essa postura, ao invés de unir, esse discurso consegue afastar. Quando as pessoas começam a se considerar melhores, mais verdadeira, mais dignas por conta de uma postura religiosa, ela acaba se sentindono direito de desprezar o que é diferente dela. E é aí que mora o maior dos perigos".O padre continou: "O que é religioso liga, faz união. É muito ruim ver que as pessoas não estão mais conectadas com a religião. É por isso que temos lutado tanto. Estamos em uma nova Cruzada, contra a banalização do mundo, contra a banalização da religião. Precisamos reencontrar a essência das coisas". O religioso também cantou as músicas "Humanos demais" e "Todo homem é bom" .quinta-feira, 21 de maio de 2009
Eu tenho amigos poetas...

A paz comigo, contigo!
Quantas vezes estamos diante de momentos difíceis,
em fases de muita dor, onde a falta de direção é certa,(mas não enxergamos, ficamos cegos...)onde a coragem, a fé e o amor próprio são vorazmente consumidos por uma ansiedade, pelo fútil, pela desordenação de pensamentos...E nem percebemos, não nos damos conta de que nós mesmos criamos tais situações, tais infernos. Procedimentos errôneos,escolhas equivocadas limita-nos para oportunidades de crescimentoperante nossos olhos, ante nosso coração...Não percamos essa fé, não abandonemos essa confiança que há dentro de nós!Mesmo diante de tanto sofrimento, dificuldades, atropelos.Busquemos essa força dentro de nós, só nós mesmos poderemos nos ajudar, ninguém mais além de nós!Sem paz de espírito não poderemos caminhar, nem poderemos recolher tudo o que a vida tem para nos oferecer. A paz de espírito faz com que a caminhada seja mais amena, permitindo que os olhos vejam toda beleza da vidae o coração sinta a alegria de viver realmente
.-Shirley Pezzatto-
Os três pedidos de Alexandre,o Grande!

Primeiro, que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais reputados médicos da época;
Segundo, que fosse espalhado no caminho até seu túmulo, seus tesouros conquistados, como prata, ouro e pedras preciosas;
E por fim, que suas mãos fossem deixadas fora da urna, balançando no ar, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, pergunta a Alexandre a razão destes três desejos específicos. Alexandre explicou:
Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar aos presentes que estes não têm poder de cura nenhuma perante a morte;
Que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecerão;
E minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam entender que de mãos vazias viemos, e de mãos vazias partiremos desde mundo.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Campanha contra a Arrogância
Defeitos, quem não os tem? Há os avarentos, os mal-humorados, os fofoqueiros, os mentirosos, os chatos. Não os expulsamos a pontapés do universo porque todos nós, com maior ou menor frequência, um dia também já fomos pão-duros, já passamos uma maledicência adiante e já torramos a paciência alheia. É preciso ser tolerante com os outros se queremos que sejam conosco, não é o que dizem? Então, ok, aceita-se as falhas do vizinho. Mas arrogância não tem perdão.
E os arrogantes não são poucos. Façamos aqui um retrato falado: são aqueles que andam de nariz em pé, certos de que são o último copo d´água do deserto. Aqueles que são grosseiros com subalternos, que empolgam-se ao falar de atributos que imaginam ser exclusivos deles, os que furam a fila do restaurante e tomam como ofensa pessoal caso sejam instalados numa mesa mal localizada. São os que ostentam, que dão carteiraço e que sentem um prazer mórbido em humilhar aqueles que sabem menos – ou que podem menos. São os preconceituosos e os que olham o mundo de cima pra baixo. Será que eles acreditam que são assim tão superiores? Lógico que não, e isso é que é patético.
Os arrogantes são os primeiros a reconhecer sua própria mediocridade, e é por isso que precisam levantar a voz e se auto-promover constantemente. Eles não toleram a porção de fragilidade que coube a todos nós, seres humanos, e não se acostumam com a idéia de que são exatamente iguais aos aos seus semelhantes, sejam estes garçons, porteiros da boate ou executivos de multinacionais. Dão a maior bandeira da sua insegurança.
O arrogante acredita que todos estão a falar (mal) dele, lê entrelinhas que não existem, escuta seu nome mesmo quando não foi pronunciado, e ao descobrir que não é mesmo dele que estão falando, aí é que morre de desgosto. Todo arrogante traz um complexo de inferioridade que salta aos olhos.
Sempre tive um pouco de pena deles pelo papelão que desempenham em público. Dizem que Naomi Campbell entra nas melhores butiques brasileiras, escolhe algumas roupas e sai sem pagar, acreditando estar enaltecendo a loja com sua simples presença no estabelecimento. É uma arrogante folclórica e inofensiva. Atentos devemos ficar aos arrogantes armados: os que invadem países, os que destróem quem atravessa seu caminho. O caso do juíz cearense é típico: quis entrar num supermercado que já havia fechado e o vigia teve a petulância de tentar impedir. Levou um tiro, claro. Que o juíz alega ser acidental, sem explicar a razão de, depois de disparar, não ter nem ao menos olhado pro cadáver e ter ido direto às gôndolas atrás do que queria comprar: cerveja, gilete, sorvete, sabe-se lá o que lhe era tão urgente.
Repare bem: quase todos os atos de violência são protagonizados por um arrogante que entra em pânico com a palavra não.
Martha Medeiros
A missão da Cida
A esse poeta, as palavras vêm como setasMeio sem destino, sem pessoas certas.
Inspiram-me os exemplos de vida
Galguei essas palavras.
As faço suas, amiga Cida:
Como sou forte!
Isso eu descobri sofrendo,vendo as dificuldades do ensinar.
Deixando muitas coisas de lado
Arriscando tudo por esse ideal amado.
Talvez um dia sejamos recompensados como professores.
Ao esperar desse dia, não sei fazer outra coisa.
Rendo-me ás crianças, meus amores.
Gosto de vê-las crescendo, aprendendo,correndo...
"Inventei" a dor para ser forte...
Na vida, a luta é minha amiga de coração
O que não me faz desistir de ensinar: Minha missão.
Francisco Assis de Almeida Muniz(homenagem a minha amiga Cida)
O bem da palavra do bem.

"Compreendi que a vida não é uma sonata que,
para realizar sua beleza, tem que ser tocada até o fim.
Dei-me conta, ao contrário, de que a vida é um álbum de minissonatas.
Cada momento de beleza vivido e amado, por efêmero que seja,
é uma experiência completa que está destinada à eternidade.
Um único momento de beleza e de amor justifica a vida inteira."
Rubem Alves
Para lembrar de nós.
AusênciaEsta falta que me causas
é como dor que não se localiza.
Falta não sei onde e não sei o quanto.
Espaço não configurado,
não conceitual, imensurável.
O que sei de mim, pela força da saudade,
por vezes me esqueço.
É como labirinto não sinalizado
por onde recolho pedaços, fragmentos de mim.
Levaste a senha da minha inteireza.
E desde esse momento
me assombro em tanta ausência.
Consolo-me na observância silenciosa dos teus
segredos que em poucas frases nos legaste.
Há nelas uma fragilidade
se esvaindo pela cavidade do tempo.
É impossível negar.
É teu ressucitar sereno,
ampliando a tua ausência em mim.
Roubas o que sou e me tornas a sepultura
de onde sais.
Sou o espaço da sua inabitação.
Sou a saudade que te evoca, traz de volta
e te concede uma criativa forma de continuar.
Fábio de Melo
terça-feira, 19 de maio de 2009
Amigo: Somos muitos, mesmo sendo dois!
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