domingo, 13 de setembro de 2009

Coisas da Gabi.


"No meio da semana, quando pensou em chamá-lo para ir à praia, ainda tinha dúvidas em relação a fazê-lo. Como sempre, colocou a questão aos céus e deitou para ler antes de dormir. Então, alguns parágrafos após o último da noite anterior, obteve a reposta. Na volta da viagem, retomou a leitura, e percebeu que, por pouco, não deixou de viver um dos melhores agostos da sua vida. Foi salva não pelo teor, mas pela sutileza da resposta, do tipo que não se deve ler com os olhos, mas com as janelas da alma."

Poderia ser um pedacinho da minha estória, mas é um pedacinho do que li no livro Memória de elefante.

Risos...

Tão linda...


Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores."
Cora Coralina
Para quem não conhece....
Cora Coralina (20/08/1889 – 10/04/1985), foi uma poetisa e contista brasileira que sempre viveu longe dos centros urbanos e produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás, onde morava. Foi ao ter sua poesia conhecida por Carlos Drummond de Andrade que Cora, passou a ser admirada por todo o Brasil e por mim, sempre!

Pelo amor de Deus.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Às vezes...


"Deus costuma usar a solidão para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos compreender o valor do despertar. Outras vezes usa doença, quando quer nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância da vida".

(Fernando Pessoa)

É preciso que ele saiba que é amado.


Conta um médico que uma cliente sua, esposa de um homem avesso a externar os seus sentimentos, foi acometida de uma supuração de apêndice e foi levada às pressas para o hospital. Operada de emergência, necessitou receber várias transfusões de sangue sem nenhum resultado satisfatório para o restabelecimento de sua saúde. O médico, um tanto preocupado, a fim de sugestioná-la, lhe disse: pensei que a senhora quisesse ficar curada o mais rápido possível para voltar para o seu lar e o seu marido. Ela respondeu, sem nenhum entusiasmo: - O meu marido não precisa de mim. Aliás, ele não necessita de ninguém. Sempre diz isto. Naquela noite, o médico falou para o esposo que a sua mulher não queria ficar curada. Que ela estava sofrendo de profunda carência afetiva que estava comprometendo a sua cura. A resposta do marido foi curta, mas precisa: - Ela tem de ficar boa. Finalmente, como último recurso para a obtenção do restabelecimento da paciente, o médico optou por realizar uma transfusão de sangue direta. O doador foi o próprio marido, pois ele possuía o tipo de sangue adequado para ela. Deitado ao lado dela, enquanto o sangue fluía dele para as veias da sua esposa, aconteceu algo imprevisível. O marido, traduzindo na voz uma verdadeira afeição, disse para a esposa: - Querida, eu vou fazer você ficar boa. - Por que? perguntou ela, sem nem mesmo abrir os olhos. - Porque você representa muito para mim. Você é a minha vida! Houve uma pausa. O pulso dela bateu mais depressa. Seus olhos se abriram e ela voltou lentamente a cabeça para ele. - Você nunca me disse isso. - Estou dizendo agora. Mais tarde, com surpresa, o marido ouviu a opinião do médico sobre a causa principal da cura da sua esposa. Não foi a transfusão em si mesma, mas o que acompanhou a doação do sangue que fez com que ela se restabelecesse. As palavras de carinho fizeram a diferença entre a morte e a vida. Não basta amar o outro. É preciso que ele saiba que é amado!

domingo, 23 de agosto de 2009

Entre o Céu e o Mar


Quantos labirintos, tem meu coração para eu me perder, e te encontrar, quantas avenidas, tem o seu olhar para te seguir, e me guiar meu coração me leva perto demais do seu meu coração nem sabe por que o meu amor é bem maior que eu quem sabe o destino, ainda vai juntar o céu e o mar, eu e você quem de nós um dia, iria imaginar que o amor pudesse acontecer seu coração é livre tanto que prende o meu seu coração nem sabe por que o meu amor é tão igual ao seu...

Show Elba Ramalho - Raízes e Antenas





A noite foi de muito Sol!!

Amigo: Somos muitos, mesmo sendo dois!

Mulher de Aço e Flor

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Cabo Frio, Rio de Janeiro, Brazil